Normalidade? O que diabos é isso?

Um fato interessante sobre mim é que gosto de agir por impulso, não costumo me conter e muito menos restringir minhas ações. Claro que tal comportamento ocasionalmente provoca espanto (ou seria incompreensão?) em pessoas “convencionais” – com aspas muito bem acentuadas nesse termo -  e, obviamente, represálias dos mais conservadores, geralmente os mais velhos compoem esse grupo.

Todos, afinal, fazem questão de “serem normais”, mas o que diabos isso significa?  No meu entendimento ser normal é agir naturalmente, ser você mesmo e não praticar ações incoerentes com a essência do seu proprio ser. Todavia o conceito de normal, tal qual a sociedade de fato o demonstra (e vive), consiste em fazer parte de um círculo social que possui um tipo de comportamento padrão pré definido sabe- se lá Deus por quem .

Será que a Idade Média realmente acabou? Ou estamos apenas cegos com a luz da razão?  A humanidade continua cedendo facilmente à manipulação dos poderosos através da mídia, de igrejas sem fundamento de fato religioso e ate mesmo de pessoas ao nosso redor.

Acostumamo-nos a simplesmente concordar com a opinião alheia, podemos perder a própria nessa brincadeira. Liberte-se das normas, padrões e clichês que um indivíduo qualquer tenha feito você seguir só por que ele o faz, não há razão alguma nisso.

Não, este não é mais um post babaca de um Maluco Beleza querendo viver numa Sociedade Alternativa. Seria uma das maiores hipocrisias dizer que o mundo seria perfeito se todos fossem como eu. Tudo o que digo é para ser você mesmo. As pessoas são diferentes, é preciso aceitar que não se pode exigir de ninguém um comportamento padrão estabelecido por quem quer que seja.

Por isso convido você que está lendo este texto a abaixar as calças na padaria e gritar “Pudim!” (momento Supernatural hehehe) Brincadeiras do gênero não teriam a menor graça se pudins não fossem tão saborosos o nu fosse encarado com mais naturalidade, mas acontece que temos muito medo de mostrar aos outros quem realmente somos.

Pode me chamar de imaturo devido a tal linha de pensamento, mas gosto de pensar que atingi uma maturidade tal que sou indiferente a tais situações: não vejo apelo sexual na simples nudez crua, não vejo problema em ver desenhos ridiculos em nuvens, ou brincar como uma criança. É preciso fazer aquilo de que se gosta para ser feliz. Obviamente você vai cometer incontáveis erros ao longo de uma vida impulsiva e aventureira, mas erros são cometidos até mesmo pelos melhores estrategistas; além do mais, “é fazendo merda que se aduba a vida”, não?

Enfim, se você ainda discorda de tudo o que digo, se me acha estranho, excêntrico demais ou maluco; devo resumir meu ultimo argumento (aquele ás na manga) a isso:

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